domingo, 22 de novembro de 2009

divulgação de trabalhos

Estas poesias são de minha Autoria

5 comentários:

  1. Pensamento
    " Nosso verdadeiro destino é a sabedoria.
    Todos nós caminhamos para ela, quer por nossa prória conta, quer, como geralmente acontece, impulsionados pela dor".
    Retirado do livro minutos de sabedoria(Carlos Torres Pastorino.

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  2. Lurdinha!

    La vem a Lurdinha
    Reinando como rainha
    Paciente como madrinha
    Só poderia ser devota,
    De nossa“ Senhorinha”

    Toda Zem
    Como ninguém
    Cheia de mistérios
    E dizendo amém.

    Anseia sempre ajudar alguém
    Não importa quem,
    O que ela mais gosta
    É fazer o bem.

    Não gosta da cor preta
    Mas tem uma preocupação
    Com as causas do Planeta.

    Tem muita admiração
    ouve muita canção
    Prá cultivar a paixão
    E alegrar o coração

    É muito precisa
    Teve problema
    Conversa com ela
    Pois é compreensiva.

    É muito prosa
    Tem a missão“ Honrosa”
    De quando Sorrir
    Desabrochar como uma rosa
    Ou menina melindrosa!


    Pra você Lurdinha com muito amor!

    Autora: Lanjimar Correia de Lima e Silva

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  3. Ocê já viu falá

    Ocê já viu falá
    Nua tá de festa Junina
    Tem cumida de todo jeitio
    E nomorardo par minina

    Ar minina ingana ar mãi
    Dizeno qui vai brincá
    O pai logo discobri
    Que elar vai é nomorá

    O pai vai logo botano
    O irmão mais veio pá cuidiá
    E diz, se ocê não bedecê
    Ocê vai apanhá

    A mãi fica triste
    E se ponhi a chorá
    Porque mermo sem querê
    Acha qui ar minina tem de namorá

    O pai logo discobri
    Qui a mãi ta li tapiano
    Percura pela ar minina
    Ela dis ta passiano
    Ele pregunta aonde
    Ela menti, no seu Cassiano

    Fica muitio nevoso
    I chama o fio antõe
    Vá buscá ar minina
    Si não bato em sua mãi

    O fio ficô raivoso
    E disse, em manhinha
    Num bati não
    Si o sinhô batê,
    Eu chamo o capitão

    Sinhô é muitio sem graça
    In véz de cuidiá de suas fia
    Vai pu buteco bebê cachaça

    Mais u’a coisa vou lhi dizê
    Trata de sabê viver
    Porque si inchê nosso pacová,
    Nor lhi bota pá corrê

    É meu fio ocê tem razão
    De tantio beber cachaça
    Não cuidio dar minha obrigação
    E si eu num pará de bebê
    Vou pá debaixo do chão.

    Si isso aconticê
    A muié casa cum bastião
    E ele aindia vai dizê
    Vai cum Deus seu beberrão.
    5/6/2009 Lanjimar


    E ai pessoal o que acharam de meu poema regional?

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  4. e ai Pessoal acesse essa comunidade e divulgue por favor! Para professores readaptados do Estado de São Paulo. E veja os seus recados! http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpp&cmm=90645553

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  5. Vocês já sorriram hoje? então abra o coração, libere a emoção e sorria! veja como conforta os musculos da face!
    16/02/2010

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